OS DONS DO ESPÍRITO SANTO

Na nossa vida várias vezes acontece de consolar uma pessoa, de sugerir-lhe a solução adequada para o seu problema e sentimos que aquela palavra não vem de nós mesmos. Agora sabemos que é o Espírito Santo em ação com o dom do Conselho.

Também o dom da Fortaleza está presente e o experimentamos desde o principio. De fato, mesmo se antes éramos bons cristãos, não éramos capazes, pôr exemplo de manter pôr muito tempo o propósito de fazer a vontade de Deus e não a nossa. Depois, percebemos uma transformação. Brota em nós uma força nova, força que nos ajuda a superar todas as dificuldades da vida e que se torna evidente naqueles nossos irmãos que se preparam para concluir a existência terrena.

É então o dom da Fortaleza que nos torna capazes de ir contra a corrente do mundo, de resistir também na dor, que nos ajuda a manter-nos sempre no amor.

É ainda o dom da Ciência que nos ajuda a dar o justo valor aos homens e as coisas, de modo que Deus esteja no primeiro lugar da nossa vida.

Não podemos nos deixar confundir pelas coisas deste mundo, mas pelo contrario, devemos Vê-las como Deus as vê. E mesmo se não estudamos possuímos dentro de nós um conhecimento sobre o verdadeiro valor das coisas.

Em tempos como este em que, devido Ao desenvolvimento das ciências, se corre o risco de quase divinizar, de dar um valor absoluto às coisas, a ponto de fazer delas o objetivo maior da vida, o Espírito Santo nos impulsiona com força a colocar Deus no Primeiro lugar e através do dom da Ciência olhar todo o resto de modo justo, avaliando-o na sua dependência e distância do Criador.

A Piedade é um outro dom especial que podemos ter particularmente para nós que somos chamados a caminhar na estrada do amor. Este nos leva a união com Deus. Para usar uma expressão do evangelho, é a Piedade que transforma o nosso coração capaz de amar. E com o amor ao próximo faz crescer em nós também o relacionamento com Jesus.

Precisamos querer bem verdadeiramente a Deus, a Ele que vive em nossos irmãos. Às vezes sentimos o dever de estar com Jesus para confiar-lhe tudo… O amamos nos nossos irmãos e isto é possível graças ao dom da Piedade que elimina do nosso coração toda forma de dureza e lhes faz adquirir a mansidão.

Os dons do Espírito Santo são aqueles dons que a igreja propõe segundo o texto de Isaias a respeito do ”Espírito do senhor” (cf Is 11, 1-2): “… Espírito de Sabedoria e do Entendimento, Espírito de Conselho e de Fortaleza Espírito de Ciência e de Piedade (…) de Temor do Senhor”.

Certamente será uma grande alegria para cada um descobri-los na nossa vida pessoal e ver que pelo menos alguma vez os experimentamos. Vejamos então se os possuímos.

“O primeiro e o mais sublime desses dons – diz João Paulo II – é o da Sabedoria que é uma luz que se recebe do Alto. (…) É um conhecimento impregnado de caridade, graça ao qual a alma adquire, por assim dizer, familiaridade com as coisas divinas e as sabedorias”.

Quando amamos “vemos”, entendemos os fatos com os olhos de Deus, possuímos uma luz que nos faz entender os planos de Deus sobre nós e sobre as outras pessoas. Esta luz (que se possui quando se ama) é a Sabedoria.

Depois, ha o dom do Intelecto ou Entendimento, através do qual o Espírito Santo abre o nosso coração e nos faz entender o desígnio do amor de Deus.

É mediante o dom do intelecto que podemos entender o Evangelho como ele é, sem ter medo da verdade. Pôr exemplo, quando lemos “ama o teu próximo como a ti mesmo”, entendemos que aquele “como” significa “como” e não “quase como…”.

É ainda em virtude deste dom e também do dom da Sabedoria que compreendemos o sentido da nossa vida, o plano de Deus sobre cada um de nós. É graças a ele que se fala e se descobrem os sinais dos tempos nos acontecimentos da História da Humanidade.

E ainda, precisamos ser bem orientados interiormente para conseguirmos viver o Evangelho e para orientar também os outros. Para isso o Espírito Santo nos doou o dom do Conselho. É muito necessário tê-lo. Vemos que Ele nos doa com generosidade também este dom.

É por causa do amor ao próximo, exercitado quotidianamente, que as pessoas conhecem e encontram Deus também no Intimo do próprio coração, naqueles momentos de união com Ele que se pode ter desde o inicio da vida espiritual e que são expressão do dom da Piedade.

Pôr fim, o Temor de Deus. Este não é medo, mas vontade de recomeçar. Este e o dom que o Espírito Santo nos dá depois de cada vez que “caímos”, que erramos.

Não queremos jamais sair fora da Vontade do Deus, não queremos ofender a Deus (porque nos sentimos imensamente amados) pôr nada neste mundo.

Quando este dom está presente reconheceremos o mal que cometemos e nos assustamos diante do que mereceríamos.

Assim como o coração bate sempre, também nós, devemos recomeçar sempre. A nossa vida deve ser um continuo palpitar, devemos dizer constantemente: recomeço, recomeço, recomeço.

Este “recomeçar sempre”, demonstra a consciência do próprio nada e a confiança total em Deus. E este é o Temor de Deus.

Podemos assim conhecer melhor o Espírito Santo, ter uma maior consciência que Ele estar sempre ali, pronto a nos ajudar, a nos guiar, a nos manter no verdadeiro amor.

Esperamos que deste modo possamos aprofundar, intensificar ainda mais o nosso relacionamento pessoal com Ele, para que nos guie na nossa Santa Viagem (que é tornasse santo, como Ele é Santo), e nosso empenho cada vez maior de construir um mundo unido.

Fonte:http://voluntariosdesaopaulo.blogspot.com.br/2010/01/os-efeitos-e-dons-do-espirito-santo.html

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O MELHOR CONSELHO DE UM PAI

Um jovem recém-casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse:

_Nunca se esqueça de seus amigos! – aconselhou.

_Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.

Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando…vão pescar juntos…jogar truco…

Que estranho conselho – pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.

À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.

À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.

Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:

O Tempo passa.

A vida acontece.

A distância separa…

As crianças crescem.

Os empregos vão e vêem.

O amor se transforma em afeto.

As pessoas não fazem o que deveriam fazer.

O coração para sem avisar.

Os pais morrem.

Os colegas esquecem os favores.

As carreiras terminam.

Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem

quantos quilômetros tenham afastado vocês.

Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros…

Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!

Autor desconhecido.

foto extraída da internet.

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