COM TODO RESPEITO

Devemos nos aproximar das pessoas que as circunstâncias colocam ao nosso lado, procurando intuir e descobrir nelas e nos grupos dos quais fazem parte, a tarefa, a missão, o desígnio que Deus estabeleceu para elas; e amar estes nossos irmãos de modo que aquele programa se realize.     Somente se agirmos assim, com um amor que pensa no bem e no desenvolvimento das outras obras católicas assim como da nossa, seremos apóstolos dignos, filhos da Igreja e a serviremos realmente.E se porventura fôssemos chamados a tomar parte de certas instituições que podem parecer ultrapassa­das, antes de pensar em contestá-las, ou de promover­mos uma necessária atualização, será conveniente e útil colocar-nos diante de Deus e refletir sobre o respeito que se deve à Igreja e a tudo o que existe no seu seio.Não é uma atitude cristã ficar apenas observando as lacunas ou lamentando-se de formas que já parecem esvaziadas de significado.Devemos nos lembrar, antes de qualquer outra coisa, de quantas dores estas obras custaram a seus fundadores; devemos pensar na fé mais do que prova­da, no ardor, no sacrifício de seus primeiros companheiros; no amor que a Igreja teve para com estas obras no tempo, para estudá-las, sustentá-las, aprová-las, encorajá-las; não podemos esquecer suas glórias passadas, nem o bem, nem os frutos, não raro grandes, que até hoje produzem.É preciso entrar nestas obras com todo o respeito, como se entrássemos numa Igreja; com veneração, sabendo que a nossa contribuição é a de amá-las —amando seus membros, objetivos e atividades — para juntos redescobrirmos a beleza e aquilo que existe de atual nelas, para a consolação dos que delas fazem par­te.Cada obra tem sua função e é, portanto, de certo modo, insubstituível. O calor do nosso amor pode ajudá-la a sentir novamente o eco do amor de Deus que a fez nascer; e ela criará coragem para se atualizar, crescer e multiplicar-se.Como o sol não pode deixar de aquecer, do mesmo modo o amor não pode deixar de renovar, revigorar, rejuvenescer cada membro e grupo do Corpo místico, a Igreja.

Chiara Lubich

fonte: http://voluntariosdesaopaulo.blogspot.com/2011/02/com-todo-respeito.html

Um amigo fiel

Um amigo fiel é  um bálsamo na vida, a mais segura proteção.

Você poderá ajuntar tesouros de todo tipo, mas nada tem o valor de um amigo sincero.

Basta vê-lo, e o amigo suscita no coração uma alegria que se difunde por todo ser.

Com ele vive-se uma visão profunda que dá ao ânimo alegria inexprimível.

Sua lembrança desperta a nossa mente e a liberta de muitas preocupações.

Essas palavras têm sentido somente para quem tem um verdadeiro amigo; para quem, mesmo encontrando-o todos os dias, Jamais o teria suficientemente.

(São João Crisóstomo)


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