A moral conjugal à luz da relação Cristo-Igreja

“A pessoa é, portanto, capaz de um tipo de amor superior: não o amor da concupiscência, que vê só objetos com que satisfazer os próprios apetites, mas o amor de amizade e oblatividade, capaz de reconhecer e amar as pessoas por si mesmas. É um amor capaz de generosidade, à semelhança do amor de Deus; quere-se bem ao outro porque se reconhece que é digno de ser amado. É um amor que gera a comunhão entre as pessoas, visto que cada um considera o bem do outro como próprio. É um dom de si feito àquele que se ama, no qual se descobre, se actua a própria bondade na comunhão de pessoas e se aprende o valor de ser amado e de amar”.  In: CONSELHO PONTIFÍCIO PARARA A FAMÍLIA. Sexualidade humana: verdade e significado. Orientações educativas em família. Petrópolis: Vozes, 1996. n. 9 )

Quando nos propomos a tratar da moral conjugal há quem pense apenas em proibições ou tabus. Porém, a verdade é que a moral cristã, propõe uma visão integral do ser humano, e por isso não é fechada.
Quer saber mais a respeito, participe da VIII Semana Acadêmica do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz e Curso de Teologia PUC Goiás.
 
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